1- Como incluir uma nova cidade com os dados climáticos?

Para Adicionar uma nova cidade na qual não está cadastrada é necessário ir em: FERRAMENTAS, ARQUIVOS DE DADOS CLIMATICOS, NOVO (Ins) e preencher todos os dados necessários para adicionar uma nova cidade com os dados climáticos.

2- Como adicionar um novo inversor, modulo ou proteções?

Para adicionar um novo equipamento, deve-se ir em: Ferramentas, escolher o arquivo do equipamento a ser inserido, por exemplo para inserir uma inversor clicar em ARQUIVO DE INVERSOR, INSERIR e preencher todos os dados solicitados para adicionar o inversor.

3- Como adicionar uma nova exposição de instalação dos módulos fotovoltaicos?

No item “Exposições” na aba superior possui um botão com o comando ADICIONAR EXPOSIÇÃO.

4- Como inserir o sombreamento no projeto de sistema fotovoltaico?

Para inserir o sombreamento através de fotos retirada diretamente onde será instalado o sistema fotovoltaico, deve-se tirar as fotos do ponto onde será instalado os módulos, as fotos devem cobrir um panorama 360º ao redor da localização dos módulos, tirar quantas fotos for necessário para cobrir um ângulo de 360º completo, após isso deve-se ir em: EXPOSIÇÕES, SOMBREAMENTO, COMPOR PANORAMA, INSERIR, após isso deve-se inserir todas as fotos necessária e montar uma visão panorama completa da área ao redor dos módulos, após isso indicar a direção do SUL e indicar a linha do HORIZONTE (ponto onde divide a terra e o céu), após realizar esses procedimentos clicar em “Destacar Horizonte” e fechar janela clicando em “OK”, já será calculado o sombreamento do horizonte que interfere no sistema fotovoltaico.

5- Como inserir uma planimetria em Layout?

Existem duas formas de inserir uma planimetria no Layout, a primeira é inserir um arquivo com a planta da edificação ou lugar onde será instalado o sistema fotovoltaico, é possível inserir arquivos em DWG, DXF e JPEG, para inserir um arquivo deve-se ir em: PLANIMETRIA, INSERIR PLANIMETRIA, após isso escolher o arquivo a ser inserido, após inserir o arquivo, automaticamente abre uma janela “CONFIGURAÇÃO DO MAPA” onde deve-se configurar a escala real do desenho, para isso clicar em “MEDIR NO MAPA” e medir no mapa inserido algum objeto na qual se conhece a medida real de projeto e assim inseri-la corretamente, umas vez feito isso, todo o projeto vai estar com as medidas corretas. A segunda opção de inserir uma planimetria é através da imagem do “Google Maps”, para realizar esse processo deve-se ir em: PLANIMETRIA, INSERIR UMA IMAGEM DO GOOGLE MAPS, e procurar através da internet a localização desejada.

6- Como direcionar a indicação do norte na planimetria?

Para indicar a direção do norte na planimetria deve-se ir em: PLANIMETRIA, CONFIGURAÇÕES DA PLANIMETRIA, e indicar a direção da planimetria no campo “ Direção do Norte”.

7- Como inserir os módulos na planimetria?

Pala inserir os módulos na planimetria deve-se ir em: POSICIONAMENTO DOS MÓDULOS, e escolher as configurações a ser inserida os módulos.

8- Como inserir quadros e inversores na planimetria?

Para inserir os quadros e inversores na planimetria deve-se ir em: GERENCIAR CONEXÕES, COLOCAR OUTROS DISPOSITIVOS, e selecionar as caixas e inversores a ser utilizados no projeto, ao inseri-los é possível realocar cada equipamento inserido através do comando MOVER.

9- Como inserir o cabeamento do sistema fotovoltaico?

Para inserir o cabeamento do sistema a ser instalado, pode-se seguir de duas formas, a primeira opção o programa inseri o cabeamento automaticamente para isso deve-se ir em: GERENCIAR CONEXÕES, RECONECTAR TODOS OS MARCADORES. A segunda opção é inserir manualmente cada cabo para realizar o real caminho na qual os cabos vão ser instalados no sistema, para isso deve-se ir em: GERENCIAR CONEXÕES, CONECTAR MANUALMENTE DOIS MARCADORES, e assim selecionando os marcadores manualmente.

10- Como inserir um obstáculo no sistema fotovoltaico na minha planimetria?

Para inserir um obstáculo diretamente próximo ao meu sistema fotovoltaico, como por exemplo, torres, caixa d’água entre outros, deve-se ir em: OBSTÁCULOS, COLOCAR OBSTÁCULO, e configurar as dimensões do obstáculo a ser inserido, é possível inserir a quantidade de obstáculo que for necessário, após inserir os obstáculos deve-se ir em: SOMBREAMENTO, INICIAR SIMULAÇÃO, então o programa inicia automaticamente uma simulação na qual vai indicar qual as perdas de geração de energia elétrica devido aos obstáculos inseridos.

11- Na opção CONSUMO, o item “CONSUMO CONTEMPORÂNEO DE ENERGIA PRODUZIDA” deve ser preenchido de qual maneira?

Essa porcentagem corresponde ao “valor” da energia consumida no momento de geração de energia elétrica.

12- Na opção CABOS – Q. INVERSOR – Q. MEDIÇÃO aparece a mensagem “ a tensão sobre o cabo não é coerente com a tensão de fornecimento”, por qual motivo aparece essa mensagem?

Essa mensagem é apenas para alerta, pois o inversor possui a característica de ter um range de tensão em média de 10% tanto para cima ou para baixo, essa mensagem aparece pois a tensão nominal do inversor está diferente da tensão nominal fornecida pela rede, pois no software ele não considera o range de tensão de 10%. Caso a tensão do sistema for 220V e na medição em Cabos apresentar 380V, considerar a mensagem e realizar as modificações do sistema (inserção do Transformador).

13- Como ocorre o cálculo da tensão mínimo e máximo na entrada ao rastreador MPPT: Vmppt min (-10 ° C) e máximo (70 ° C).

Abaixo está a fórmula utilizada no Solergo para calcular a Vmppt min / max.
Vn (t) = Vn (25 ° C) + Kv * (T-25 ° C);
Onde T é a temperatura em que você deseja calcular a tensão
Exemplo:
Vn (25 ° C) = 33V;
Kv = -175.6mV / ° C;
Sequência de 17 módulos;
Vmppt max (-10 ° C):
33 + (- 0,1756) * (-10 – 25) = 39,1
39,1 * 17 = 665.5V
Vmppt min (70 ° C):
33 + (- 0,1756) * (70 – 25) = 25,1
25,1 * 17 = 426.7V

14- Na guia Verificações, na seção limites de tensão, apresenta uma nota de advertência que menciona: ``Tensão mínima para Vn% f ° C (% .1f V) inferior a tensão mínima (V .1f%) para garantir a potência nominal”.

Esta verificação quer testar se a tensão na entrada do inversor é adequada para a potência nominal do inversor.
São os seguintes:
// Tensão mínima do painel
Vp = Tensão nominal + Coeficiente de Tensão * (Temp Max – 25.);
// A tensão no conjunto com o menor número de módulos
Vx = Vp * No. de módulos min.
// Mínima tensão do inversor que garante a potência máxima
Vn = Max inv. / Inv entrada Max.
A mensagem de advertência é apresentada quando pelo menos em um dado do inversor do gerador ocorre:
Vx E que
Vx *Corrente Max entrada inv. Como pode ser visto, a segunda condição ocorre apenas no caso de a potência que chega ao inversor não é aquela máxima que pode ser gerada pelo campo fotovoltaico, um sintoma de que a ligação dos módulos não é ideal.

15- Na utilização de uma tarifa horo sazonal, coloquei a tarifa do horário de ponta (F1) e fora do horário de ponta (F2), mas no Retorno Econômico - cálculo de economia consumo contemporâneo, ele considera somente a tarifa F1, como se ela estivesse ativa para o dia todo, e não só no horário de ponta.

Para a utilização de duas Faixas de Tarifa, é necessário criar um perfil de carga no Consumo na opção editar cargas, sem realizar essa opção e colocar somente o consumo anual o software não aceitara as duas Faixas de Tarifa.

16- O que é a Taxa de atualização, VPL, TIR?

A taxa interna de rentabilidade (TIR) é um indicador usado para medir a rentabilidade de projetos de investimento. Quanto mais elevada é a TIR, maior a rentabilidade do projeto. Quando aplicada a um fluxo de caixa, faz com que os valores das despesas, trazidos ao valor presente, seja igual aos valores dos retornos dos investimentos.

O VPL indica qual o lucro em R$ que o projeto ou novo negócio trará. A VPL determina o valor presente de pagamentos futuros descontados a uma taxa de juros apropriada, menos o custo do investimento inicial. Quanto maior o VPL, mais lucrativo será o projeto ou novo negócio.

A Taxa de atualização é usada no cálculo da VPL, pode ser comparada com a taxa de juros de um investimento a longo prazo. Desta forma, é possível simular qual seria o ganho do cliente com um investimento igual ao custo da planta, e com receita anual (o fluxo de caixa do sistema) atualizado a “Taxa de atualização”.

17- Software não calcula retorno econômico caso o sistema venha a gerar mais energia do que consumida, sendo assim, dando o projeto inviável economicamente.

O sistema não considera a energia excedente no cálculo de viabilidade econômica, por exemplo, se for instalado em uma unidade consumidora um sistema para produzir mais energia que a unidade consumidora necessita, para realizar o estudo de viabilidade o projetista pode considerar a soma de consumo de outra unidade consumidora na qual esteja no mesmo nome da unidade consumidora onde foi instalada o sistema de geração fotovoltaico.

18- Como funciona a utilização da opção Gestão de Juros Descoberto de Caixa?

Aquela barra vai ativada apenas no caso o qual sistema tenha um fluxo de caixa negativo, assim ao invés de aumentar o capital próprio investido o programa considera somente a taxa de juros como perca para o cliente. Se simula portanto que o cliente tenha financiado com um banco as perdas do sistema a taxa de juros seria a taxa de juros do banco.

19- Aprofundamento sobre o cadastramento de Módulos Fotovoltaicos.

A respeito das características do painel fotovoltaico, a opção diodo de by-pass e tolerância de rendimento não são dados fundamentais na qual acarretara em um mal dimensionamento no projeto, fica claro que quanto maior for os dados introduzidos melhor será a eficiência em seu dimensionamento, não será devido esses dois itens que o projeto vai ser calculado de forma errada. Abaixo tem uma explicação a respeito dos diodos de by-pass.

 

“Quando uma célula fotovoltaica dentro de um módulo, por algum motivo, estiver encoberta a potência de saída do módulo cairá drasticamente que, por estar ligada em série, comprometerá todo o funcionamento das demais células no módulo. Para que toda a corrente de um módulo não seja limitada por uma célula de pior desempenho (o caso de estar encoberta). Usa-se um diodo de passo ou de by-pass. Este diodo serve como um caminho alternativo para a corrente e limita a dissipação de calor na célula defeituosa. Geralmente o uso do by-pass é feito em grupamentos de célula o que torna muito mais barato comparado ao custo de se conectar um diodo em cada célula. ”

20 – Aprofundamento sobre a configuração na saída do Inversor.

Na utilização de um Inversor com tensão de saída 220V, no esquema apresentado “F” e “N”, mas caso a rede for 220 V fase-fase, a saída do inversor deve ser ligado em fase-fase 220V. Ao cadastrar o inversor na lista de inversores, não tem a opção de saída de inversor fase-fase pois todos saem nessa configuração de fase-neutro. O que deve se respeitar é a tensão de saída do inversor com a tensão da rede a ser conectada, pois ambas devem ser a mesma.

Obs: antes de conectar, entrar em contato com fornecedor do inversor para garantir a possibilidade desse inversor ser conectado em fase-fase 220V.

21- Aprofundamento sobre consumo editado por cargas.

Em consumo é possível inserir um consumo mês a mês. Para isso deve-se ir em Consumo – Perfil de cargas – Ativa – Edite Cargas – Novo, em Tipo de carga selecionar “Perfil reconhecido diariamente”, em Descrição colocar o nome do mês (Janeiro, Fevereiro…) em Consumo kWh insira o consumo nas horas indicadas, em Distribuição anual deixe selecionado apenas o mês desejado.

Realizando o procedimento para todos os meses ou então pode-se duplicar o mês em Duplicar a carga selecionada, e modifique para um novo mês.

22- iSOLergo: Consumo contemporâneo de energia produzida; Qual porcentagem utilizar, dependendo a porcentagem utilizada aparece “o consumo de utilizador é menor do que a energia consumida.”

Essa porcentagem corresponde ao “valor” da energia consumida no momento de geração de energia elétrica.

23- iSOLergo: Como utilizar a lista de exposição?

Se indica a posição e inclinação da superfície a ser instalada as placas fotovoltaicas.